Antes que amanheça
Eu não me canso de pensar em você
E assim sigo a madrugada a lhe escrever
Espero seja eterna esta felcidade
De tudo que me faz sentir
E tudo que ao seu lado quero viver.
Antes que a madrugada ganhe outras formas de amanhecer
Todos os dias agradeço por lhe conhecer,
Desejo que eternamente minha vida seja dormir e acorda com você
Se pudesse lhe mandar flores e chocolates a cada amanhecer.
E assim eu sigo a cada hora flagrante
Lembrando das luzes dos seus olhos
Invadindo os meus de forma deslumbrante, irradiante;
E assim pretendo envelhecer ao seu lado
Como se cada dia fosse a primeira vez a cada instante,
Fazendo que o nosso amor seja resistente e brilhante
Como o mais belo e precioso diamante.
Phelipe Gomes
sábado, 28 de maio de 2016
Nanda, Fernanda que minha vida encanta.
Nanda antes que me venha a manhã branda
E antes que eu ouça o som das mais belas bandas
Seu cheiro, seu toque e sua face me vem
Como o aroma estimulante de lavanda;
E aos passos do encanto
Que sua beleza, me fascina e de forma única emana,
Prometo que enquanto a luz do sol em meu corpo arder
Lhe regarei e cultivarei minha flor em forma humana.
E enquanto a vida Deus me permitir
Quero alegria lhe transmitir
E a sua vida a minha unir;
E quanto ao amor que eu tenho dentro de mim
A você eu poderia resumir,
E se em uma palavra eu pudesse o amor exprimir
Eu diria: Fernanda.
Phelipe Gomes
E antes que eu ouça o som das mais belas bandas
Seu cheiro, seu toque e sua face me vem
Como o aroma estimulante de lavanda;
E aos passos do encanto
Que sua beleza, me fascina e de forma única emana,
Prometo que enquanto a luz do sol em meu corpo arder
Lhe regarei e cultivarei minha flor em forma humana.
E enquanto a vida Deus me permitir
Quero alegria lhe transmitir
E a sua vida a minha unir;
E quanto ao amor que eu tenho dentro de mim
A você eu poderia resumir,
E se em uma palavra eu pudesse o amor exprimir
Eu diria: Fernanda.
Phelipe Gomes
terça-feira, 1 de março de 2016
Quase trinta
O velho homem de sonhos frustrados
Estará em breve um pouco mais usado
Com suas mesmas superstições
E o medo de ver muita gente ao seu lado
O bom filho de um tom pardo
Ainda escuta os mesmo sons
Que já ouvira no passado
Continua com os mesmos atos simples
E ama o mesmo clube
Que quando criança o deixou fascinado
Um branco dominante, vermelho e preto horizontalmente
listado;
O gordinho estimado
Não ver glórias em seus atos
Acha-se inútil e sem valor aos cantos resguardados
Sorrisos aos ventos para dizer que estar tudo bem
E no silêncio das horas
Quase morte de atos não consumados
O Professor louco e/ou mau profissional formado
Confinou-se em mundo ilusório e sem ambições
E por assim querer ajudar sem segundas intenções o amigo do
lado
Teve na generosidade um pecado e das amizades lamentações.
Phelipe Gomes.
Silêncio no Estúdio
Sussurros de demônios
aos meus ouvidos
Insulto à calma que eu tanto procuro e não vivo
Sobrevivo aos raros momentos esquecidos
E aos encontros de paredes
Que a mim se convertem em esconderijos e abrigos;
Murros, socos contra mim
Flechas de palavras que surgem sem que eu seja o dono
Coração e cabeça querendo apenas um calibre
Para me eternizar em sono
E antes que todos estes transtornos me tire o prazer de
viver
Eu sigo minha rotina de acreditar que alegria me venha como
abono.
Phelipe Gomes.
Pequena Isadora
Minha pequena princesa Isadora
Mais um velinha que para brindar a vida assopra,
Flor que a todo amanhecer com magia aflora,
Pequenininha que o tio adora,
Encanto de olhar puro e beleza de toda aurora,
Brilho de inocência que a todos em volta incorpora,
Energia e ritmo a toda hora
Bonecas e brinquedos soando igual pólvora
Sobrinha de tantos tios,
mas que demore muito para que de alguém vire nora.
E quem sabe na posterioridade lembrarás que o tio fez em
outrora.
Phelipe Gomes
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Se
Se eu pudesse me transformar em remédio
Para curar todo seu estresse e tédio,
Se eu pudesse eu seria a cura
Para tudo que te tortura,
Se eu conseguisse me camuflaria em cobertor
Para esquentar-te no frio e te acalmar no pavo,r
Se eu conseguisse me converteria em alegria
Para te invadir no começo e no final do dia.
E seu eu pudesse eu me transformaria em você
Só para lhe evitar a sensação do cansaço e da dor;
E se a mim fosse possível
Eu pintaria o mundo com a sua cor;
E ainda se me fosse cabível
Eu transformaria em filme o nosso amor.Mapa da Alma
Meu coração em devaneios,
Minha insegurança em rodeios
Tudo girando num oceano de medos
E sensações alucinógenas em tiroteios;
Um passo mais, uma entrega a menos,
Um trago de duvida vai me correndo
E aos poucos meus súbito intensos sentimentos
Vais se esvaindo, vai morrendo.
Talvez eu seja impaciente o suficiente para andar rápido,
Pelo simples fato de não degustar os atos dos lapsos ocultos,
Quem sabe eu até seja paciente pelos traumas e vultos
Mas no fim todos têm ou já possuímos corações cegos, surdos
e mudos.sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
ARLEQUIM
Harpas e acordes
Nem um barulho, olhos atentos por favor,
Para que assim tudo ao seu tempo siga seus moldes
Agora Baterias e rojões
Entre em cena o bobo da corte
Silenciando os canhões
Gargalhadas, públicos e muita pipoca,
Maquiagem ocultando o riso
E a solidão que disfarçadamente a sufoca
Mais um riso, mais uma cortina,
No término do espetáculo,
Mais um pensamento ácido em meio à serpentina;
No ato, o riso fácil
Em muitos risos a multidão
No espetáculo muitos abraços apertados
Cada um em sua devida ocasião
No recanto pacato
Uma vida miserável, regada sobre bebida
E a mais um desejo que a vida profissional ganhe direção.
domingo, 15 de novembro de 2015
Auto Retrato
Um pouco mais de café e afeto
De mim só um tanto mais
Quero só um pouco mais de carinho
Me entrego sem medo
Sem lêvedo
Me deixo ir com tenaz;
Um tanto mais do seu jeito
Entrançado ao meu estranho tímido novo mundo
Um pouco mais de alma
Me entrego apaixonadamente sem devaneios
Um adolescente revelando-se sem freios
Me deixo fluir com calma;
Um trago a mias do seu cheiro
De mim sempre um tanto mais de pele
Quero sempre mais do seu sabor
Me entrego ao seu dispôr
Sentimento residente em gueto
E deixo que o amor me expele.
De mim só um tanto mais
Quero só um pouco mais de carinho
Me entrego sem medo
Sem lêvedo
Me deixo ir com tenaz;
Um tanto mais do seu jeito
Entrançado ao meu estranho tímido novo mundo
Um pouco mais de alma
Me entrego apaixonadamente sem devaneios
Um adolescente revelando-se sem freios
Me deixo fluir com calma;
Um trago a mias do seu cheiro
De mim sempre um tanto mais de pele
Quero sempre mais do seu sabor
Me entrego ao seu dispôr
Sentimento residente em gueto
E deixo que o amor me expele.
VISÍVEL MUNDO INVISÍVEL
Acordei com monstro no conector do celular
Ontem ele estava na calçada da casa
agora ele sussurra ao lado enquanto escrevo
E quando eu menos percebo
Ele cria asa
e me surge na divisa do quarto com a sala de estar
LOUCO!!!
Na porta do banheiro ele cria números
enquanto a água escorre no cabelo
Irracionalmente cria-se uma lógica de rituais
e enquanto tudo suja toda a pura vez branca da mente
Eu sigo na luta constante de réu em vários tribunais
CULPADO!!!
Assim segue o monstro invisível
Destruidor ácido do que me constitui sensível
E em todas as óticas de me achar desprezível
Sigo a tentar encontrar uma saída possível
Que esteja além desta química perecível
Desta perseguida rotina destrutível
TOC!!!
À CAMINHO DO PERENE RIO
O rio corre
Meninos movem-se,
Antes que toda água do açude jorre
Os galos cantam
E os meninos correm
Tangendo o gado
Atrás de uma bola, de uma ave
Ou com trouxa de roupa
as costas.
Mata a dentro
Piçarra misturada com pedras afora
Construções de pau-a-pique revela mais um menino para o
mundo
antes que ele venha a correr, o menino chora
Compadres esperam um pouco
Para um delicioso doce
Quem sabe um café
Ou um leite tirado na hora
No rádio de pilha
Baladas sertanejas de violas
Na calçada um senhor pita mais um cigarro de palha
Os pássaros livres entre os galhos
Mal sabem que passarão a serem domesticados em gaiolas
E os meninos?
Os meninos ainda correm...
Meninas trafegam a inocência
Tranças, piolhos, nada a mercê da moda
Correntes de trancilin, cai no poço, competições de pula
corda
Sem buzinas, sem sinais, sem amarras, sem consolas
Os carros se camuflam em carroças
As grutas ecoam o som calmo das junções dos rios,das grotas
As matas verdes respiram sem escórias
O azul do céu aqui não se confunde com o cinza
E a correria urbana do tempo
Ganha outro contexto itinerário das horas
E os meninos e meninas ?
Deram uma pausa para irem a escola
Assim tudo segue
Amanhã começará tudo outra vez:
Bicicletas, motos, carroças,carroçais,
Rios, pássaros, estrumes entrando pela derme das narinas
continuará tudo na mesma rotina
Com o sol queimando a cabeça, enrugando a pele
E o suor misturado a poeira coçando a retina
Mas antes disso o sol se esconde
A lua surge com sua poesia ao longe
As veredas temem lendas
e outros contos que se escondem ao monte
Estrelas anunciam o sono e desejo
De um povo que segue a vida
na passada da devoção de um monge.
E os meninos e meninas ?
Agora eles dormem.
CRISE DE IDENTIDADE
Perdido não sei,
Confuso creio que bastante,
Mas a cada dia
O agora me convence
que podemos reescreve o futuro
mas sem apagar o passado
quem sabe assim
não cometemos os mesmos erros de antes.
Fotografias se perdem aos olhos
queria não ler meu horóscopo
Pois acordei achando
o dia cintilante
e tudo que me rodeia
não parece mais distante;
E as dúvidas frequentes
Me tornam cada vez mais delirante
Quem sabe hoje tudo fique suspenso, leve
Talvez a brisa venha acalmar
E o por do sol ou
começo da noite
Venha projetar suas luzes
sobre este coração irradiante.
BOÊMIO ROMÂNTICO
Entre o sangue e vinho,
entre a flor e os
espinhos,
assim corre em
contradição,
simultâneos passos de
diferentes caminhos.
E a vida ganha outras formas
que meu mundo ainda não encontrou o pergaminho
A minha solidão é em multidão
E a rota da vida segue
com intenso carinho
Cicatrizes e outras
diretrizes
cronometram cada gole do meu vinho
E antes que minha falsa intelectualidade
Ganhe aspecto mesquinho
Eu volto a mesa
e rodo com meus olhos a mistura do branco com azul marinho
Mas o Céu aparentemente estático
Me deixa ver que aonde eu for
eu nunca estarei sozinho.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Garçom traga-me um psicólogo por favor !
O que fazer para seguir ?
As ofensas não são minhas
Para onde ir ?
Eu corro procuro abrigo
Mas a verdade é que ninguém deve assumir
Aquilo que me torna mais um dentre todas as pessoas
mesquinhas
Não é de mim
Todas as ofensas não partem da minha cabeça
Eu ainda rezo para que elas sumam,
Para que toda esta loucura desapareça
Mas como uma tortura, sigo um dia de cada vez,
Procurando uma cura que nela esteja a paz que eu mereça
Esperando uma alegria que toda pessoa deseja
E podendo me fazer um cidadão comum
Em que deste modo todas estas vozes sumam de vez e assim me
esqueça.
Eu acordo e durmo simplesmente buscando ser mais um cidadão
comum
Querendo ter o direito de poder fazer uma oração,
De ler, comer, de não ter repetidas ações ao mudar o
canal da televisão.
Assim esta doença vai sequestrando minha vontade de viver,
A minha esperança de vencer
E minha identidade só tende a se perder,
Enquanto a insegurança vem a se engradecer
E uma vontade de aniquilar esta dor que não esquece meu ser.
Memórias Póstumas de Brás
O silencio da alma é o vazio inculto do que não fui,
O silencio do que habita em mim
É improprio até a próxima ordem,
São folhas brancas de cetim.
Há o que se partir,
Têm de infringir o que a tortura capilarmente destrói,
Não sei de onde vem esta acidez que me corrói
E não sei se qual o material para desta ponte que se
constrói.
Só sei que meus sonhos se perderam
Como trituras em um moinho
E já não faz mais sentido viver em devaneios
Afinal o bom sujeito concretizou-se em um ser mesquinho.
Que assim venha meu descanso em paz
E na posterioridade meu ser estará tatuado com respeito e
carinho,
Afinal sempre paguei a prestação de ser prestativo
Mas estava escrito este meu silencioso caminho.
sábado, 17 de outubro de 2015
Repertório Antigo
A solidão me consome
Trancafiado em um quarto de ilusões
Rasgando meu peito toda a saudade projetada
Toda a minha infância me saltam os olhos pela janela
E ingerem todas aquela época de forma engasgada;
Meu mundo retrocede
Eu vejo meninos correndo e se escondendo
Chego até ouvir gritos
E a sentir falta daquele silêncio me remoendo;
Nesta passada segue a Nostalgia
Rasgando a carne e queimando por dentro
Assim como o tempo se foi corroendo,
Assim como as folhas foram caindo, desaparecendo
Porém dentre tantas páginas já escritas
As da minha velha infância são as que sigo lendo.
Trancafiado em um quarto de ilusões
Rasgando meu peito toda a saudade projetada
Toda a minha infância me saltam os olhos pela janela
E ingerem todas aquela época de forma engasgada;
Meu mundo retrocede
Eu vejo meninos correndo e se escondendo
Chego até ouvir gritos
E a sentir falta daquele silêncio me remoendo;
Nesta passada segue a Nostalgia
Rasgando a carne e queimando por dentro
Assim como o tempo se foi corroendo,
Assim como as folhas foram caindo, desaparecendo
Porém dentre tantas páginas já escritas
As da minha velha infância são as que sigo lendo.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Encontro
Casa vazia, móveis estáticos,
Creio ser a hora correta,
O silêncio torturado e tentador indica permissividade
Para toda minha tristeza e insanidade.
As Luzes acesas, concomitantemente desloco a mesa,
Linha de madeira enrolada e refugiada em corda,
Voltas e voltas e um filme se passa
Desde os primórdios da minha infância gorda
Até aquela minha situação mórbida.
Pés sobre a mesa,
Pescoço rodeado pronto para forca
Sendo as leis de Newton basta agora um pouco de força
Para que tudo se esvaia e assim eu desapareça com esta
cabeça louca;
Um ultimo olhar sobre tudo ao meu redor,
Deveras me cansei de frustrar o que eu queria de melhor,
Ganhei desgosto nos gostos das derrotas,
Acho que já é chegada a hora de buscar a paz que tanto quis
achar
E assim também venha o descanso de quem sempre se achou o
pior.
E para que se faça a ação da tração de Newton desloco a mesa,
A Casa ficará mais vazia para depois ficar cheia
Que Deus e Jesus me perdoem,
Mas a covardia foi à forma que escolhi para esta dor que me
rodeia.
sábado, 29 de agosto de 2015
Vamos sorrir para a tristeza
Tia retornei a base, retornei a base
retornei como um verdadeiro fracassado,
Semblante de derrotado
E no fim é isso que sou,
simplesmente um menino mimado
Mais uma vez eu vi um vulto do que fui no passado;
Tia voltei como um cidadão acostumado
voltei novamente derrotado,
cedi aos empecilhos que a vida me deixou
vertigem de restos e rastos
uma podre feriada aberta
Voltei tia e não há nada cicatrizado.
retornei como um verdadeiro fracassado,
Semblante de derrotado
E no fim é isso que sou,
simplesmente um menino mimado
Mais uma vez eu vi um vulto do que fui no passado;
Tia voltei como um cidadão acostumado
voltei novamente derrotado,
cedi aos empecilhos que a vida me deixou
vertigem de restos e rastos
uma podre feriada aberta
Voltei tia e não há nada cicatrizado.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Frágil
Deem-me um
cigarro,
ao menos um
cigarro
hoje estou
cansado
e não posso
parar .
Por favor eu
peço
apenas um misero
cigarro,
pois calejo
estressado
das rasteiras
que a vida dar;
Sei que não fumo,
Mas sei que não
matarás um mísero cigarro
E assim correrão
meus olhos desassossegados
Reparando os
estragos que eu vim a causar.
Por favor só um
cigarro
para este pobre
coitado
que já não tem
força para lutar.
Doca à Beira Mar
Hoje lembrei de
você morena
E já sinto
saudade de teus abraços,
do poético fato de
lhe ver dormindo,
mas sei que tenho
que continuar seguindo
e deste modo
continuamos sempre fugindo;
Mas antes que eu
siga minha estrada,
a agradeço por
toda sua amizade e carinho,
espero que nesta
nossa distinta caminhada
Eu reencontre
seus sorriso no meu caminho.
E mesmo o hoje
sendo no amanhã um passado
e mesmo que
tenha sido somente uma noite ao seu lado,
acabastes por me
deixar mal acostumado
Imaginando nosso
fugaz momento num inesquecível quadro
e com
compulsivas reações de sonhar acordado.
Deste modo
morena em meio a madrugada que me acena
Eu trafego nas
lembranças de você minha pequena
E entre um trago
de café e outro de poema
Encerro este
pequeno texto pra você minha bela açucena.
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